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Para oferecer um atendimento de altíssima qualidade e personalizado, ao receber o formulário realizamos automaticamente consultas em bases de dados públicas e gratuitas mantidas pelo governo brasileiro. Nenhum dado é compartilhado com essas fontes — apenas consultamos informações já públicas.
As consultas incluem, mas não se limitam a:
Receita Federal do BrasilSituação cadastral, porte, regime tributário, sócios, CNAEs
CGU — Portal da TransparênciaCEIS (impedimentos), CNEP (penalidades), acordos de leniência, emendas parlamentares
CNJ — DataJudProcessos judiciais em todos os tribunais brasileiros
Registro.br — NIC.brDomínios .br, sistemas autônomos e blocos de IP registrados
CVM — Comissão de Valores MobiliáriosEmpresas de capital aberto listadas em bolsa
SUFRAMACredenciamento na Zona Franca de Manaus
Outras fontes públicasANATEL, IBAMA, INPI, MTE e demais bases oficiais conforme relevância
O objetivo dessas consultas é exclusivamente conhecer melhor o cenário da sua empresa para oferecer orientação fiscal e contábil mais precisa, segura e eficaz.
3. Finalidade do tratamento
Qualificação do contato para atendimento comercial personalizado
Identificação de oportunidades e riscos tributários relevantes para a empresa
Comunicações sobre serviços contábeis, fiscais e tributários da Bono Conta
Monitoramento contínuo de alterações cadastrais e regulatórias (mediante consentimento)
4. Compartilhamento de dados
Seus dados poderão ser compartilhados com:
Parceiros de tecnologia — plataformas de e-mail e CRM utilizadas pela Bono Conta, sob contrato de confidencialidade
Profissionais internos — equipe técnica e comercial da Bono Conta
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5. Seus direitos como titular (LGPD Art. 18)
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Para exercer seus direitos, envie e-mail para contato@bonoconta.com.br com o assunto "LGPD — Titular de Dados".
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Seus dados são armazenados em servidores seguros com SSL/TLS, mantidos pelo tempo necessário ao atendimento solicitado ou conforme exigências legais. O monitoramento contínuo de dados públicos é realizado enquanto houver relação ativa com a Bono Conta ou até a revogação do consentimento.
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O tratamento é realizado com base nos incisos I (consentimento) e IX (legítimo interesse) do Art. 7 da LGPD, em consonância com o Art. 10 da mesma lei.
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Profissional liberal e a Reforma Tributária: médico, advogado, engenheiro — o que muda para você
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Quando a consulta virou um problema tributário
Camila tem 41 anos, é médica especialista em dermatologia e mantém um consultório próprio no bairro Adrianópolis, em Manaus. Nos últimos doze anos, ela construiu uma carteira fiel de pacientes, contratou duas recepcionistas e investiu em equipamentos de ponta. A vida profissional estava organizada — até o dia em que seu contador, em tom de preocupação, disse: “Doutora, precisamos conversar sobre o que vem aí.”
O assunto era a Reforma Tributária. Camila conhecia o termo de ouvir falar, mas nunca tinha parado para entender o que aquilo significava para um consultório médico no Amazonas. Ela pagava ISS para a prefeitura, recolhia PIS e COFINS pelo regime do Simples Nacional e achava que o sistema, embora complexo, ao menos era previsível. Agora, ouvia palavras novas: CBS, IBS, split payment, não-cumulatividade. E uma pergunta ficou travada na cabeça dela: o que muda, de fato, para quem vive de prestar serviços?
A história de Camila é fictícia, mas o dilema é real para médicos, advogados, engenheiros, psicólogos, arquitetos e tantos outros profissionais liberais em Manaus e em todo o Brasil. A Reforma Tributária aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar 214/2025 muda as regras do jogo — e os profissionais que prestam serviços estão entre os mais diretamente impactados.
A virada: o ISS que você conhece vai desaparecer
Hoje, o ISS — Imposto Sobre Serviços — é o principal tributo municipal que recai sobre médicos, advogados e engenheiros que atuam como pessoas jurídicas. Ele é administrado pelo município, com alíquotas que variam conforme a cidade e o tipo de serviço. Para Manaus, esse imposto representa uma parcela conhecida e, muitas vezes, planejada do custo tributário do consultório ou do escritório.
Com a Reforma Tributária, o ISS será extinto. No lugar dele — e do ICMS estadual — surgirá o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência compartilhada entre estados e municípios. Junto ao IBS, entra em cena a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substituirá o PIS e a COFINS federais. A extinção do ISS e do PIS/COFINS está prevista para ocorrer de forma definitiva em 2033, conforme o cronograma estabelecido nos artigos 339 a 341 da LC 214/2025.
“A substituição do ISS pelo IBS representa uma mudança estrutural para quem presta serviços. O tributo muda de administrador, de base de cálculo e de lógica de apuração — e isso exige planejamento antecipado, não reação apressada.”
O problema de não agir é concreto: profissionais que não compreenderem a nova estrutura podem enfrentar surpresas no fluxo de caixa, perder oportunidades de crédito tributário ou ser apanhados por obrigações acessórias que ainda estão sendo desenhadas. O período de transição começa oficialmente em 2026, com testes das novas alíquotas — CBS a 0,9% e IBS a 0,1% — que gerarão créditos compensáveis.
O que muda tecnicamente para o profissional liberal
Do ISS para o IBS: uma transição que demora, mas vem
O IBS seguirá o princípio da não-cumulatividade plena — um dos pilares da Reforma. Isso significa que, ao contrário do ISS atual (que incide sobre a receita bruta sem direito a créditos), o IBS permitirá o aproveitamento de créditos em todas as etapas da cadeia produtiva. Para um consultório médico que compra equipamentos, insumos e contrata serviços de terceiros, isso pode, em tese, representar uma redução da carga tributária efetiva — mas a conta final dependerá das alíquotas definitivas, ainda a definir em lei complementar.
Regimes diferenciados: a saúde tem tratamento especial
A LC 214/2025, em seu artigo 9, prevê redução de 60% nas alíquotas do CBS e do IBS para determinados setores — e os serviços de saúde estão incluídos nessa lista. Isso é relevante para médicos, dentistas, psicólogos e outros profissionais da área. A alíquota de referência combinada de IBS e CBS está estimada em torno de 28% (a confirmar em lei complementar), mas com a redução de 60%, a carga efetiva sobre serviços de saúde seria significativamente menor.
Para advogados e engenheiros, a situação é diferente: esses serviços, em princípio, não se enquadram nos regimes diferenciados previstos até o momento. Isso não significa que a carga tributária necessariamente aumentará — mas significa que o planejamento se torna ainda mais necessário.
Split payment: o recolhimento automático muda o fluxo de caixa
A partir de 2027, o CBS e o IBS passarão a ser recolhidos automaticamente no momento do pagamento, por meio do mecanismo denominado split payment. Na prática, quando um paciente ou cliente pagar pela consulta ou pelo serviço via meio eletrônico, uma parcela do valor será direcionada automaticamente ao Fisco — sem que o profissional precise aguardar o vencimento do tributo para repassá-lo.
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Para o consultório de Camila — e para qualquer escritório de advocacia ou engenharia —, isso representa uma mudança relevante na gestão do caixa. O dinheiro que hoje fica na conta da empresa por semanas antes do recolhimento passará a ser retido na fonte do pagamento. Quem não se preparar pode ter surpresas no capital de giro.
Simples Nacional: atenção redobrada
Muitos profissionais liberais optam pelo Simples Nacional — e a boa notícia é que a LC 214/2025 garante que os participantes desse regime permanecerão no modelo simplificado durante a transição. Haverá regulamentação específica para o Simples no novo sistema tributário, mas os detalhes ainda estão sendo definidos. Acompanhar esse processo é fundamental para não ser surpreendido por mudanças nas regras do regime.
O caminho: o que fazer agora
A Reforma Tributária não é um evento futuro distante. O período de testes começa em 2026 — o que significa que os sistemas contábeis, as obrigações acessórias e os primeiros créditos já serão realidade no próximo ano fiscal. Há ações concretas que médicos, advogados e engenheiros podem tomar hoje:
Mapear o regime tributário atual e entender como ele será afetado pela transição gradual entre 2026 e 2033.
Avaliar se a estrutura jurídica do negócio — pessoa física, pessoa jurídica, sociedade uniprofissional — ainda será a mais eficiente sob as novas regras.
Identificar os créditos tributários que passarão a ser possíveis com a não-cumulatividade plena do IBS e da CBS.
Planejar o impacto do split payment no fluxo de caixa e ajustar a reserva de capital de giro antes de 2027.
Acompanhar a regulamentação específica do Simples Nacional, que ainda será publicada.
Nenhuma dessas ações exige adivinhação — exige método, acesso às informações corretas e um parceiro contábil que entenda tanto a legislação federal quanto as particularidades do mercado amazonense.
Bono Conta: planejamento antes da tempestade
Para profissionais liberais em Manaus que querem transformar a complexidade da Reforma em uma vantagem competitiva, a Bono Conta desenvolveu o programa Rota Reforma Tributária — um processo estruturado em três etapas: diagnóstico da situação tributária atual, planejamento das ações para a transição e acompanhamento contínuo ao longo do período dual (2026-2032).
Além disso, o serviço de Double Check Fiscal da Bono Conta faz uma auditoria preventiva nos recolhimentos e nas obrigações acessórias do consultório ou escritório — identificando passivos ocultos e oportunidades de correção antes que o Fisco bata à porta. Para um médico, um advogado ou um engenheiro que não tem tempo de acompanhar cada detalhe da legislação tributária, esse tipo de revisão pode evitar surpresas custosas.
A Camila do início desta história, depois de uma conversa com a equipe da Bono Conta, entendeu que a Reforma não era necessariamente uma ameaça — era uma janela de reorganização. Com o diagnóstico em mãos, ela soube exatamente quais créditos poderia aproveitar, como o split payment afetaria o caixa do consultório e o que precisava ajustar antes de 2027. Ela saiu da reunião com um plano. Não com medo.
Fale com a Bono Conta antes que as mudanças cheguem sem aviso
Se você é médico, advogado, engenheiro ou qualquer profissional liberal que atua como pessoa jurídica, a Reforma Tributária vai mudar as suas regras tributárias — independentemente de você se preparar ou não. A diferença está em chegar à transição com estratégia ou chegar a ela de surpresa.
A Bono Conta oferece uma conversa inicial sem custo para entender a sua situação e mostrar os primeiros passos do caminho. Entre em contato:
Telefone/WhatsApp: (92) 3199-5696
E-mail: contato@bonoconta.com.br
Site: bonoconta.com.br
O melhor momento para se preparar foi ontem. O segundo melhor momento é agora.
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