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Gestão Empresarial

Bruno Cruz, co-fundador da Bono Conta, é o novo Diretor de Tecnologia da Amase

4 minutos de leitura·790 palavras

Tem decisões que dizem muito sobre para onde um setor inteiro está olhando. A Associação Amazonense de Supermercados (Amase) acaba de criar um cargo que nunca existiu na sua história — o de Diretor de Tecnologia — e o entregou a Bruno Cruz, co-fundador da Bono Conta. Essa nomeação é mais do que uma notícia corporativa: é um sinal de como o varejo do Amazonas pretende competir nos próximos anos.

Um cargo que não existia — e por que isso importa

Fundada em 1989, a Amase é a principal voz do varejo de alimentos no Amazonas, representando supermercados, atacadistas, distribuidores e fornecedores. Em mais de três décadas, a entidade nunca havia tido uma diretoria dedicada exclusivamente à tecnologia. Criar esse cargo agora é, por si só, uma estratégia disruptiva dentro do universo das associações — um movimento que coloca a inovação no centro das entregas para o setor varejista.

A escolha conversa com o próprio momento da entidade, que inaugurou recentemente sua nova sede em Manaus e estrutura projetos de base tecnológica, como a plataforma digital Amase-Tech. Em outras palavras: a Amase decidiu que tecnologia não seria mais um detalhe operacional, e sim uma direção.

Tecnologia para aproximar o varejo do consumidor

A proposta que Bruno Cruz leva para a diretoria tem um eixo claro: usar a tecnologia para aproximar o varejo do consumidor, aprimorando o relacionamento e a jornada de consumo. Não se trata de tecnologia pela tecnologia — e sim de transformar dados, hoje subaproveitados, em decisões melhores para quem vende e em experiências melhores para quem compra.

O ponto de partida é uma constatação simples e provocadora: o varejo gera uma quantidade enorme de informação todos os dias — sobre produtos, preços, comportamento de compra, sazonalidade — e boa parte dela nunca é olhada com atenção. É esse dado não explorado que pode virar competitividade.

Os quatro pilares que precisam conversar

A visão central da nova diretoria é integrar os elos que, na prática, costumam operar isolados. São quatro pilares que, quando conversam, fortalecem toda a cadeia:

Os quatro pilares do varejo conectado: indústria, distribuidor, varejo e supermercados e cliente final, integrados pela tecnologia e pelos dados — Bono Conta
Quando indústria, distribuidor, varejo e cliente trocam informação, a cadeia inteira fica mais competitiva — e o consumidor, mais bem atendido.

Indústria, distribuidor, varejo/supermercados e o cliente final são partes de uma mesma jornada. Quando a informação flui entre eles, sobra menos desperdício, falta menos produto na hora certa e cresce a capacidade de antecipar o que o consumidor quer — que é, no fim, o foco principal de qualquer operação de varejo.

Atenção especial ao pequeno varejista

Pequeno varejista de mercado de bairro usando tecnologia acessível no balcão para gerir o negócio — Bono Conta
Mercadinhos e mercados de bairro estão mais próximos do cliente — e é onde a tecnologia acessível faz a maior diferença.

Há um cuidado que merece destaque na proposta: o pequeno varejista. Mercadinhos e mercados de bairro estão ainda mais próximos do cliente, conhecem seus consumidores pelo nome — mas frequentemente carecem de ferramentas acessíveis para crescer. Levar tecnologia a esse varejista é expandir as fronteiras da operação de quem mais movimenta a economia de proximidade nos bairros de Manaus.

É uma agenda que inverte a lógica de sempre: em vez de a tecnologia ser privilégio dos grandes, ela vira ferramenta de quem está na esquina, perto do cliente. E quem está perto do cliente, com bons dados na mão, joga em condições muito mais justas.

Frase de Bruno Cruz, diretor de tecnologia da Amase: a tecnologia não está posta para atender sistemas, mas pessoas — Bono Conta
A síntese da proposta, nas palavras do novo diretor de tecnologia da Amase.

O que isso tem a ver com a Bono Conta

Não é por acaso que essa visão sai de um dos fundadores da Bono Conta. É o mesmo DNA: dado a serviço de gente. Na contabilidade consultiva que praticamos, número não é fim — é meio para o empresário decidir melhor, dormir mais tranquilo e crescer com segurança. Ver esse princípio aplicado em escala, para o varejo de todo um estado, nos enche de orgulho e confirma a direção que escolhemos.

Para a sua empresa, a mensagem é direta: os dados que você já gera — fiscais, financeiros, de operação — valem muito mais do que parecem. Falta, quase sempre, alguém para transformá-los em estratégia.

Na Bono Conta, unimos contabilidade, tecnologia e leitura estratégica para colocar os seus números a serviço das suas decisões. Fale com a nossa equipe e descubra o que os dados do seu negócio têm a dizer — porque, no fim do dia, eles também não existem para atender sistemas, e sim pessoas.

A Bono Conta parabeniza Bruno Cruz pela nomeação e a Amase pela visão de futuro. Fonte: anúncio institucional da Amase — Associação Amazonense de Supermercados (Manaus/AM).

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